Categoria Família.
1º Lugar
Mariana Sanders
“Sem título”
Um dia lindo de sol, mar calmo, tranqüilo e água quente. Resolvemos sair de barco. Como de costume fomos à Ilhabela para o lado sul em direção à Castelhanos. Paramos na praia do Poço, uma prainha linda que tem uma cachoeira e um rio que desemboca no mar, as crianças adoram ir lá; e foi aí que tudo começou. Paramos o barco a uns 25 metros da praia e logo que o motor desligou o Eric, então com 4 anos, pulou na água e saiu nadando em direção à praia. Ele já estava uns 10 metros na frente quando pulei atrás de mão dada com a Mariah, irmã de 2 anos e ouvi ele gritar: “Mãe, não vou conseguir!” Foi quando percebi que havia uma forte correnteza contra nós e mesmo eu estava com dificuldade de chegar onde ele estava. Vi que ele estava perto mas não estava saindo do lugar, ele precisava manter a calma e nadar forte, mais rápido um pouquinho do que a corrente para chegar, então gritei: “Calma, você consegue, bate a perna forte e faz o braço do sapinho! Perna forte! Braço do sapinho! Você está chegando.” E eu atrás, de mão dada com a Mariah, nadando o mais forte que podia, não conseguia alcançá-lo. Quando o vi chegar fiquei aliviada. Cheguei logo em seguida e ele estava cansado, chorando baixinho, então falei: “Parabéns! Você nadou muito!” Com certeza foi uma grande conquista para ele, e um grande trabalho da Raquel e professores que plantam confiança em seus alunos. Ele confiou, se concentrou, usou a técnica direitinho e chegou! Foi emocionante! Obrigada Raquel Natação!!
2º Lugar
Rosa Marina
“Superação Atlética”
A primeira fratura no bracinho esquerdo foi há cerca de 4 anos. Doía muito e seriam 3 a 4 semanas de imobilização com tipóia! Parecia uma passarinho com a asinha quebrada! Ora, não precisava acontecer justamente 3 semanas antes da famosa apresentação e festa de fim de ano da Raquel Natação! A participação do menino, seguindo ordens médicas, estaria definitivamente comprometida!
Mas sabe como é criança... Os dias foram passando, sem treinar, sem correr porque todo cuidado é pouco, e a dor foi melhorando...
Na véspera do festival ele disse:
- Mãe eu vou nadar amanhã, olha eu já estou bom!
Sabíamos que ele havia treinado muito e o quanto era importante nadar naquele dia!
Na manhã seguinte, sob um lindo sol, eu estava tão anciosa que nem tomei café! E se ele se machucasse de novo? Mesmo assim lá fomos nós prestigiar o evento de sacolas na mão.
Para nossa surpresa e grande alegria, o Vitor não só nadou lindo como levou seu nome para o quadro de recordes!
A isso chamamos de superação!
Hoje, ele, o irmão Daniel e vários outros amigos são parte de uma grande família de atletas mirins da Raquel Natação.
3º Lugar
Estela Fuks
“Sem título”
Quando minha filha chegou na nossa família ela tinha 11 meses de muita experiência. Eu para não ficar atrás, precisava recuperar o tempo em que ficamos distantes. Mas como fazer isso? Raquel Natação, sim essa é a resposta correta. Só na piscina com água quente e ambiente aconchegante eu conseguiria conquistar uma maior intimidade em nosso contato físico, além de ser uma atividade bastante prazerosa eu poderia estimular todo o seu grande potencial. Não deu outra, entre o sapo que não lava o pé e o pula-pula pipoquinha, Fabiana soltou gargalhadas, bateu pernas e se revelou uma sereia. Na semana seguinte ela já mostrava uma grande agilidade e na primeira quinzena já estava rolando na cama e engatinhando pela casa. Com a rotina, percebi que bastava cruzar o portão da escola para suas perninhas pularem freneticamente para cima e para baixo, tamanha a sua alegria. Apesar de todo o seu desenvolvimento motor, o que mais me fascinava era o crescimento da nossa cumplicidade. Obrigado pelo carinho de todos que cuidam deste espaço e principalmente da Juliana que orquestra com maestria nossos encontros.
|
|
|